Revista em quadrinhos da Adele: detalhes revelados

adelaide revista

 

Algumas fotos, a data de lançamento e alguns detalhes da Revista em quadrinhos “The Fame”  edição Adele, produzido pela “Bluewater Productions” foram reveladas.  Estória por Michael Troy, Arte por Manuel Diaz, Cores por Ester Salguero, Letras por David Hopkins, Capa por Alberto Pessoa, Carlos Henry e Ester Salguero.

A Publicação será lançada no dia 2 de Outubro deste ano, seu preço será $3,99. Clique nas imagens para conferi-las em nossa galeria

Cher e outras cantoras falam sobre Adele à revista ELLE

Adele estampa a capa da edição de Maio da ELLE americana, que homenageia as mulheres no mundo musical, e diversos cantores e cantoras deram depoimentos sobre a britânica. Entre os mais famosos estão: Cher, Sting e Wanda Jackson. Leia o que eles disseram sobre a cantora de ‘Skyfall’ abaixo:

Cher

“Eu acho que uma coisa que Adele tem, é que não importa o que aconteça com ela, ou o que ela tem que passar, ela é incrível, uma artista incrível. Ela é uma em milhões. É como Tina [Turner]. Tina foi colhendo algodão, e então, você sabe, teve discos em 1º lugar anos depois. É sorte e talento, mas você tem que ter algo que as pessoas gostam. Adele é uma cnatora incrível. Ela é linda, e tem uma voz como a de um anjo, e tem grandes canções. ”

Sting

“Uma vez em uma geração, uma voz que vem e é tão irresitivel que leva o mundo junto com ela. Adele é uma voz. Ela é crua, autêntica, única e poderosa, e ainda, parece que não foi afetada pelo seu sucesso, que é ao mesmo tempo, surpreendente e adorável.”

Leann Rimes

“‘Someone Like You’ é uma das músicas mais incríveis de todos os tempos, e eu adoro cantar junto. Comecei à fazer o cover dela como uma homenagem para ela na época de sua cirurgia, e porque sie como é horrível não ser capaz de falar e não poder usar seu instrumento e você sente como se algo tivesse sido arrancado de você. Eu estava sentido a dor dela. Quando você tem um artista como ela que fala com o coração e pode transmitir emoção, é mágico.

Melissa Etheridge

“Em 2008, a VH1 me pediu para cantar no ‘Divas’, e Adele foi uma dos artistas convidados. Trouxe minha filha e fomos aos bastidores, onde Adele estava sentada sozinha. Eu andei a´te ela e disse: ‘Apenas continue fazendo o que você está fazendo. Você pode ter uma carreira.’ Ela olhou em volta e disse: ‘Eu não sei o que estou fazendo aqui!’, em um belo sotaque Inglês. Então, mais tarde, naquela noite, minha filha correu para Adele na escada e disse: ‘Oh, eu sou uma grande fã sua. Sou a filha de Melissa Etheridge’, e Adele disse à ela: ‘Oh, sua mãe é uma mulher linda e eu sou uma grande fã dela.’

Wanda Jackson

“Adele pediu par eu abrir sua turnê, ela disse que era minha fã ou algo assim, e minha neta e minha filha começaram à pular e ter um ataque. E eu disse: ‘Quem é ela?’, e elas me deram um CD, ’21’. E eu comecei a ouvir, e quanto mais eu ouvia, mais eu me apaixonei por essa voz.

Ouvi essas melodias em cada canção. E eu pensei, ‘essas melodias são tão diferentes.’ ‘Era uma espécie de pop e blues. E, claro, suas histórias, todos nós sabemos que ela tinha acabado de terminar um relacionamento e ela estava muito triste, e isso serviu de inspiração nas canções. Você pega o desgosto e as coisas que vivemos, e não pode deixar de responder à elas. Eu não consegui entender algumas palavras que ela disse, mas eu gostei mesmo assim, sabe? Eu ainda não sei algumas palavras das músicas. Mas você não tem que entender todas as palavras para se apaixonar por ela.

Tocar com ela foi uma experi~encia muito agradável e boa. No primeiro dia, ela me viu e me deu um abraço de urso que me levantou do chão. Sem maquiagem, e seu cabelo ainda sem cachos, ela não se importava. Sou muito vaidosa, mas ela é bonita de qualquer maneira.”

Via AABR

Como havíamos anunciado, a cantora Britney Spers escreveu uma carta aberta para Adele na revista americana ELLE, na qual a cantora é destaque. Confira o que a cantora falou:

“Sua voz não é como qualquer outra voz lá fora. Ela chama sua emoção. Muitas de suas canções me colocam em transe. Nós duas estávamos no VMA, e me perguntaram se eu queria ver Adele, e eu disse ‘Um.. Sim!’. Ela é ainda melhor do que eu imaginava, em pessoa – ela é tão pé-no-chão. Você pode dizer que ela não entrou nessa máquina de música pop – que é fácil de entrar – e ela não ouviu o que os executivos a disseram para fazer. Tudo dela é dela, e isso é realmente incrível.”

Clique aqui para conferir as fotos de Adele na revista.

Via Portal Adele Brasil

Adele é capa da revista Rolling Stone Brasil deste mês de dezembro!

 

 

capa adele editado

 

Adele é capa da revista Rolling Stone Brasil. A revista chega às bancas amanhã, dia 12, e não deixe de adquirir a sua.

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Leia abaixo o post postado pela revista no site:

“Leia abaixo um trecho da matéria de capa da edição 75 da Rolling Stone Brasil, nas bancas a partir de 12 de dezembro.

“Quero fazer alguma maldade!”, disse Adele. Era o dia seguinte ao da cerimônia do Grammy de 2010; ela não estava disputando nenhum dos prêmios da noite anterior, mas isso não a tinha impedido de “comemorar”. Ela chegou a um estúdio de Hollywood de ressaca e “puta da vida”, nas palavras de Ryan Tedder, do OneRepublic, parceiro dela naquele dia – reclamando que suas amigas andavam falando sobre ela com base no que tinham lido em tabloides. “Todas as minhas amigas leem essas bostas de fofocas e ficam, tipo: ‘Ouvi dizer que você está saindo com tal e tal’, e eu nem conheço essas pessoas”, ela declarou à Rolling Stone no ano passado. “É tudo bobagem.”

“Ela queria agitar as coisas”, diz Tedder, que começou a tocar guitarra inspirado pelo riff de Jonny Greenwood em “I Might Be Wrong”, do Radiohead. A frase “rumor has it” (segundo os boatos) surgiu e, em pouco tempo, eles já tinham a base de uma canção de batida marcante, nervosa. Quando começaram a gravar no dia seguinte, Adele – que ainda se recuperava da balada do Grammy – não conseguiu alcançar suas notas altas, mas, mesmo assim, conseguiu dar conta do vocal na primeira tentativa. Tedder, descrente, voltou-se para o engenheiro de som: “Hmm, eu ouvi bem?”, ele perguntou. “Ela errou alguma nota?” Adele se intrometeu: “Ficou bom? Posso fazer de novo”. “Adele, eu nunca tinha visto isso acontecer”, Tedder respondeu. “Ela nem fez aquecimento”, ele lembra. “O aquecimento dela é conversar, dar risada e fazer piada.”

Como Tedder e vários outros acabaram aprendendo, Adele, 24 anos, está sempre desmantelando o significado de ser uma estrela pop. Ela bebeu e fumou durante toda a sessão de gravação – meio
maço por dia, de acordo com suas próprias contas, durante a confecção do álbum 21. Fala abertamente à imprensa sobre sua vida particular, os problemas com peso e o gosto por uma boa bebida. Ela grava um álbum inteiro com um dos maiores produtores da indústria, que, por acaso, na época também gerenciava o selo dela – e depois dispensa a maior parte do trabalho para dar preferência a gravações anteriores, bem mais cruas. Ela recusa ofertas para estampar o nome em produtos ou fazer shows superlucrativos para gente riquíssima. Durante turnês, ela só vai lá e canta – nada de Auto-Tune para ajudar a corrigir a voz, nada de coreografia com dançarinos.

“Ela tem muito essa atitude de foda-se”, reconhece o empresário de Adele, Jonathan Dickins, que trabalha com ela desde 2006. (Uma vez, quando ela foi cortada na fala de agradecimento por um Brit Award, mostrou o dedo médio para os organizadores.) Nesse ínterim, a carreira de Adele só explodiu. 21 já vendeu mais de 25 milhões de cópias no mundo e passou mais semanas no Top 10 norte-americano do que Thriller. Até o final do ano, é provável que atinja os 10 milhões só nos Estados Unidos, feito que apenas outros 100 álbuns da história conseguiram. (De acordo com os padrões das décadas de 80 ou 90, 21 teria vendido provavelmente quase 20 milhões de cópias, como aconteceu com a trilha sonora de O Guarda-Costas, de Whitney Houston, segundo o analista das paradas Joel Whitburn.) 21 também produziu três singles número 1 e colheu seis prêmios Grammy, incluindo os de melhor álbum, melhor gravação e música do ano. Sozinho, está até promovendo a retomada do CD, já que cerca de três quartos das vendas dele são nesse formato.

Todo mundo a ama, das adolescentes apaixonadas a Andre Benjamin, do Outkast, que mostrou aprovação à balada de enorme sucesso de Adele, “Someone Like You”, em seu verso de “The Real Her”, de Drake. “Fiquei escutando ‘Someone Like You’ uma vez atrás da outra durante pelo menos uma semana”, Benjamin diz. “Ela capturou perfeitamente o limbo esquisito que fica no ar depois de um rompimento.” Até a Rainha do Soul em pessoa é fã dela: “Faz muito tempo que não aparece uma artista como Adele”, diz Aretha Franklin. “Carole King foi a última pessoa a escrever o tipo de letra com as quais as mulheres eram capazes de se identificar imediatamente. Eu adoro escutar uma garota indo para a escola em um ônibus e berrando: ‘We coulda had it all!’.”

“Cada geração precisa ter alguém como ela”, diz Tedder. “Nós não tínhamos ninguém, e agora temos.” Adele reescreveu algumas das regras da indústria – para começo de conversa, matou o peso do melisma da década anterior. (Ela também afirma ter gravado um rap tão “maldoso”, que fez Lil’ Kim empalidecer.) Um executivo que trabalhou com Adele se refere a ela como a “Barbra Streisand do punk rock”. Ela é algo que nós passamos muito tempo esperando: uma diva pop com coração rock and roll.

Você continua lendo esta matéria na edição 75 da Rolling Stone Brasil, Dezembro/2012.”

 

E clicando aqui, você pode visualizar a página original no site da revista.

Fonte: Rolling Stone Brasil

Revista ‘Rolling Stone’ divulga texto da matéria sobre Adele


Rolling Stone, divulgou um trecho da matéria “The Triumph of Adele“, que está na edição de outubro da revista. A revista deve chegar as bancas americanas na sexta-feira, 12 de outubro.

Quando Adele lançou seu segundo álbum, 21, em Janeiro de 2011, poucas pessoas puderam prever que ele se tornaria o maior sucesso da indústria da música em anos, vendendo aproximadamente 10 milhões de cópias, colocando 6 singles no topo dos charts e vencendo 6 Grammys, incluindo os de Álbum, Gravação e Música do Ano. A nova edição da Rolling Stone, nas bancas Sexta, 12 de Outubro, conta a história não contada da produção do clássico moderno, e inclui entrevistas com o empresário de Adele, Jonathan Dickins, o produtor executivo Rick Rubin, o seu colaborador de composições Ryan Tedder e muitos outros – incluindo fãs como André 3000, Aretha Franklin e até Neil Diamond.

A matéria, escrita pelo editor da Rolling Stone David Browne, também revela como Adele mudou de rumo com o álbum, largando muitas das faixas produzidas por Rick Rubin a favor de antigas e cruas músicas. Aqui está um trecho:

Na primavera de 2010, Adele, Rubin e sua equipe de músicos escolhidos a dedo – incluindo o tecladista James Poyser da banda Roots e o guitarrista Matt Sweeney – se reuniram em um estúdio de Malibu para gravar o novo álbum de Adele. Ao longo de 2 semanas, eles produziram a maioria das canções, incluindo “Someone Like You.” Rindo, conversando e fumando durante os intervalos, Adele se concentrava em seu canto quando chegava a hora de gravar. “Na primeira vez que gravamos ‘Rolling In The Deep’, eu tive que checar pra ter certeza que era realmente ela que eu estava ouvindo em meus fones de ouvido,” diz o antigo guitarrista de Bake, Smokey Hormel, que também faz parte da banda. “Parecia uma gravação assim que saiu da boca dela. Soou tão perfeito. E toda vez que ela voltava para gravar novamente, seu desempenho era ainda melhor. Você pensaria, ‘Mas que diabos!” (Eles também gravaram um cover de “Lovesong”, do The Cure, o qual Rubin havia preparado originalmente para um possível projeto de Barbra Streisand.)

O álbum deveria estar finalizado – mas não estava, ao menos na cabeça de Adele. Ouvindo às músicas de Rubin, ela sentiu que algo estava faltando: o nervo emocional explícito, ouvido nas primeiras versões de “Rolling In The Deep”, “Someone Like You”, “Rumour Has It” e “Set Fire To The Rain”. “É difícil recriar aquela emoção nove meses depois,” diz Epworth. No fim, ela fez uma difícil decisão: descartar a maioria das sessões de gravação de Rubin, usando apenas 4 delas, e as substituindo com takes antigos. “Foi preciso muita coragem,” diz Abbiss, que recebeu uma ligação de Adele após seu trabalho com Rubin. “Ela queria tentar recapturar a simplicidade da primeira vez.” Eles produziram “Take It All” e “Turning Tables” em menos de uma semana, dentro do prazo.

Rubin admite ter ficado um pouco surpreso com a decisão de Adele. “Eu fiquei surpreso porque ela tinha sido tão clara sobre querer soar como se as músicas tivessem vindo de um único canto,” ele diz. “Ela queria ter o espírito de uma banda consistente, então aquilo, de faixa em faixa, iria soar como o mesmo grupo de pessoas em um mesmo local – um álbum unificado. Também entendi que ela vinha ouvindo algumas das demos por um longo tempo, e que quando aquela familirialidade é construida, às vezes isso triunfa sobre tudo.” Rubin compara a situação com sua primeira experiência ao gravar com Johnny Cash. “Nós gravamos demos por um longo período de tempo, então tentei gravar as músicas de várias formas diferentes,” ele relembra daquele álbum, “mas no fim, nós decidimos lançar as demos como parte do álbum.” 21 soa unificado, de qualquer forma: um álbum produzido e arranjado quase que perfeitamente, em transição entre a indignação irritante e a ternura, brilhantes baladas de piano e R&B retrô, tristes batidas e cruas intimidades.

Via: AdeleBR

Adele estará na capa da Rolling Stone

A Columbia Records, gravadora da Adele nos Estados Unidos, publicou em seu Tumblr Oficial algumas scans sobre os artigos, que infelizmente não conseguimos ler direito o que está escrito na revista. Adele estará na capa da revista na edição de Outubro.

A matéria sobre Adele na revista, conta ao leitor sobre a voz, a paixão e o processo do último álbum, sobre a história de um dos maiores fenômenos pop do momento, isso em 4 páginas, contendo depoimentos dos envolvidos na produção do álbum.

O photoshot usado foi o feito para a revista Glamour em 2011.

Para ver tudo, clique aqui