Adele é capa da revista Rolling Stone Brasil deste mês de dezembro!

 

 

capa adele editado

 

Adele é capa da revista Rolling Stone Brasil. A revista chega às bancas amanhã, dia 12, e não deixe de adquirir a sua.

adele

 

Leia abaixo o post postado pela revista no site:

“Leia abaixo um trecho da matéria de capa da edição 75 da Rolling Stone Brasil, nas bancas a partir de 12 de dezembro.

“Quero fazer alguma maldade!”, disse Adele. Era o dia seguinte ao da cerimônia do Grammy de 2010; ela não estava disputando nenhum dos prêmios da noite anterior, mas isso não a tinha impedido de “comemorar”. Ela chegou a um estúdio de Hollywood de ressaca e “puta da vida”, nas palavras de Ryan Tedder, do OneRepublic, parceiro dela naquele dia – reclamando que suas amigas andavam falando sobre ela com base no que tinham lido em tabloides. “Todas as minhas amigas leem essas bostas de fofocas e ficam, tipo: ‘Ouvi dizer que você está saindo com tal e tal’, e eu nem conheço essas pessoas”, ela declarou à Rolling Stone no ano passado. “É tudo bobagem.”

“Ela queria agitar as coisas”, diz Tedder, que começou a tocar guitarra inspirado pelo riff de Jonny Greenwood em “I Might Be Wrong”, do Radiohead. A frase “rumor has it” (segundo os boatos) surgiu e, em pouco tempo, eles já tinham a base de uma canção de batida marcante, nervosa. Quando começaram a gravar no dia seguinte, Adele – que ainda se recuperava da balada do Grammy – não conseguiu alcançar suas notas altas, mas, mesmo assim, conseguiu dar conta do vocal na primeira tentativa. Tedder, descrente, voltou-se para o engenheiro de som: “Hmm, eu ouvi bem?”, ele perguntou. “Ela errou alguma nota?” Adele se intrometeu: “Ficou bom? Posso fazer de novo”. “Adele, eu nunca tinha visto isso acontecer”, Tedder respondeu. “Ela nem fez aquecimento”, ele lembra. “O aquecimento dela é conversar, dar risada e fazer piada.”

Como Tedder e vários outros acabaram aprendendo, Adele, 24 anos, está sempre desmantelando o significado de ser uma estrela pop. Ela bebeu e fumou durante toda a sessão de gravação – meio
maço por dia, de acordo com suas próprias contas, durante a confecção do álbum 21. Fala abertamente à imprensa sobre sua vida particular, os problemas com peso e o gosto por uma boa bebida. Ela grava um álbum inteiro com um dos maiores produtores da indústria, que, por acaso, na época também gerenciava o selo dela – e depois dispensa a maior parte do trabalho para dar preferência a gravações anteriores, bem mais cruas. Ela recusa ofertas para estampar o nome em produtos ou fazer shows superlucrativos para gente riquíssima. Durante turnês, ela só vai lá e canta – nada de Auto-Tune para ajudar a corrigir a voz, nada de coreografia com dançarinos.

“Ela tem muito essa atitude de foda-se”, reconhece o empresário de Adele, Jonathan Dickins, que trabalha com ela desde 2006. (Uma vez, quando ela foi cortada na fala de agradecimento por um Brit Award, mostrou o dedo médio para os organizadores.) Nesse ínterim, a carreira de Adele só explodiu. 21 já vendeu mais de 25 milhões de cópias no mundo e passou mais semanas no Top 10 norte-americano do que Thriller. Até o final do ano, é provável que atinja os 10 milhões só nos Estados Unidos, feito que apenas outros 100 álbuns da história conseguiram. (De acordo com os padrões das décadas de 80 ou 90, 21 teria vendido provavelmente quase 20 milhões de cópias, como aconteceu com a trilha sonora de O Guarda-Costas, de Whitney Houston, segundo o analista das paradas Joel Whitburn.) 21 também produziu três singles número 1 e colheu seis prêmios Grammy, incluindo os de melhor álbum, melhor gravação e música do ano. Sozinho, está até promovendo a retomada do CD, já que cerca de três quartos das vendas dele são nesse formato.

Todo mundo a ama, das adolescentes apaixonadas a Andre Benjamin, do Outkast, que mostrou aprovação à balada de enorme sucesso de Adele, “Someone Like You”, em seu verso de “The Real Her”, de Drake. “Fiquei escutando ‘Someone Like You’ uma vez atrás da outra durante pelo menos uma semana”, Benjamin diz. “Ela capturou perfeitamente o limbo esquisito que fica no ar depois de um rompimento.” Até a Rainha do Soul em pessoa é fã dela: “Faz muito tempo que não aparece uma artista como Adele”, diz Aretha Franklin. “Carole King foi a última pessoa a escrever o tipo de letra com as quais as mulheres eram capazes de se identificar imediatamente. Eu adoro escutar uma garota indo para a escola em um ônibus e berrando: ‘We coulda had it all!’.”

“Cada geração precisa ter alguém como ela”, diz Tedder. “Nós não tínhamos ninguém, e agora temos.” Adele reescreveu algumas das regras da indústria – para começo de conversa, matou o peso do melisma da década anterior. (Ela também afirma ter gravado um rap tão “maldoso”, que fez Lil’ Kim empalidecer.) Um executivo que trabalhou com Adele se refere a ela como a “Barbra Streisand do punk rock”. Ela é algo que nós passamos muito tempo esperando: uma diva pop com coração rock and roll.

Você continua lendo esta matéria na edição 75 da Rolling Stone Brasil, Dezembro/2012.”

 

E clicando aqui, você pode visualizar a página original no site da revista.

Fonte: Rolling Stone Brasil

Comente

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s